Democracia participativa em Portugal é analisada em números

A Fundação Calouste Gulbenkian acolhe no dia 24 de Junho um evento para discutir os resultados preliminares de investigação sobre práticas participativas em Portugal desde 1974.

O estudo do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa está a mapear, pela primeira vez, as inovações democráticas desenvolvidas em Portugal desde o 25 de Abril, com especial enfoque no nível local, no sentido de compreender como essas práticas podem revitalizar a democracia num contexto de crescente insatisfação e desconfiança.

Para efeitos do estudo, as práticas participativas que adoptam abordagens diversificadas com vista a um maior envolvimento dos cidadãos nas políticas públicas são designadas como inovações democráticas. Estas práticas incluem orçamentos participativos, assembleias cidadãs, plataformas digitais de deliberação, entre outras iniciativas que procuram aproximar os cidadãos das decisões.

O primeiro momento público de apresentação dos resultados terá lugar no próximo dia 24 de junho, no auditório 3 da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. O encontro reunirá investigadores, decisores e cidadãos interessados para debater o papel destas práticas na promoção da democracia.

A entrada é gratuita, mas mediante inscrição prévia. Não está previsto transmissão online.

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Da Redacção
Conteúdos apurados pela Redacção do Diário 560, com auxílio de colaboradores e agências.

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