Assinala-se nesta quarta-feira, 4 de Fevereiro, o 16.º aniversário da cooperativa de interesse público CASES – Cooperativa António Sérgio para a Economia Social, que neste ano tem resistido a uma dura decisão do actual governo, que deliberou por extinguir a sua partipação na mais importante Régia Cooperativa portuguesa.
A CASES foi formalmente constituída a 4 de fevereiro de 2010, através de escritura pública que consagrou uma parceria inovadora entre o Estado e as entidades representativas da Economia Social. Integram esta cooperação fundadora, para além do Estado, a Animar, a ConfeCoop, a Confagri, a CNIS, a União das Misericórdias Portuguesas e a União das Mutualidades Portuguesas.
A Direção em funções saúda as entidades cooperadoras, “bem como o representante do Estado, expressando votos de pleno sucesso no exercício das respetivas competências e reiterando total disponibilidade para, num espírito de cooperação e solidariedade, prosseguir os objectivos que presidiram à criação da CASES.”
InsCoop e agora a CASES
Para o Cooperativismo, em particular, a CASES havia incorporado grande parte das responsabilidades e espólio do extinto InsCoop (Instituto António Sérgio do Sector Cooperativo). O então InsCoop, criado em 1976, era tutelado directamente pela Presidência do Conselho de Ministros. Segundo o texto do decreto-lei que o criou, a sua missão era “corresponder à previsão constitucional de um setor cooperativo de propriedade dos meios de produção”.
