Manifestações mundiais em defesa da Palestina prosseguem agora no Porto, Lisboa e Évora

Cerca de 300 manifestantes estiveram na tarde desta segunda-feira na Praça da Palestina, no Porto, a exigir o fim da agressão de Israel contra os palestinianos, um confronto desigual que já perdura há uma semana e já assassinou mais de 150 civis palestinianos, pelo menos 40 crianças.

Outras centenas de pessoas estiveram presentes em Lisboa e em Évora, a clamar pelo fim do conflito. Para José António Gomes, do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e Pela Paz no Médio Oriente (MPPM), é inaceitável a “interdição de mesquitas durante o Ramadão, o assassinato de palestinianos por israelitas moradores dos colonatos, a ilegal construção do muro junto à fronteira com a Cisjordânia”, dentre outras atrocidades.

Os organizadores, CGTP-IN, Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e o MPPM, leram o manifesto a ser entregue ao Governo e à Assembleia da República, no qual exigem que o governo continue “a considerar em pé de igualdade o agressor e o oprimido”.

Dezenas de organizações e partidos políticos estiveram presentes, como a Luta Final – Associação Política, o S.O.S Racismo, Bloco de Esquerda, representantes de comunidades LGBTQI, paquistaneses, egípcios, do Bangladesh, indianos e outras organizações sensibilizadas com a questão.

Estas manifestações inserem-se na série de protestos em diversas cidades um pouco por todo o mundo, que desde ontem vem a exigir o fim da ocupação de Israel em Jerusalém.

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Marcelo de Andrade
Editor do Diário 560. Jornalista e Fotojornalista há 25 anos.

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