Eleições angolanas respeitaram os padrões universais e confirmam vitória ao MPLA

A Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (ROJAE-CPLP) garantiu não ter identificado nenhum caso de voto em duplicado ou de votação fraudulenta, em função do recenseamento eleitoral.

José Carlos Barros, chefe da Missão de Observação da ROJAE, reiterou que foram respeitados os procedimentos legais na abertura da votação e, em geral, durante o acto. “É de notar a presença, generalizada, de delegados de quase todas as candidaturas, durante todo o processo e a ausência, quase total, de reclamações formais”.

A missão foi composta por 16 observadores, que trabalharam no país desde 16 até ao dia 25. A Missão de Observação Eleitoral (MOE) constitui-se em seis equipas, para acompanhar o dia da votação, abertura e o encerramento das assembleias de voto, assim como a contagem nas mesas instaladas nas províncias de Luanda, Bengo, Cuanza-Norte e Cuanza-Sul.

O MPLA manteve-se à frente da contagem de votos com 51,7%, o que permite assegurar 124 deputados, seguido da UNITA com 44,5%, o equivalente a 90 deputados, segundo a Comissão Nacional Eleitoral (CNE).

Lucas Quilundo, porta-voz da CNE acrescentou que PRS, FNLA e PHA conseguem eleger dois deputados cada, enquanto os partidos CASA-CE, APN e P-JANGO sem hipótese de eleger deputados.

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Diário 560
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